Author Archives: Rodrigo

jun. 28.

Como ver o seu iphone diretamente na tela do seu PC

Apesar de adorar o meu iphone não sou muito fã do itunes, pois além de ser engessado faltam algumas coisas que existem em outros aplicativos, como o Ovi PC Suite da Nokia.

Uma das coisas que mais sinto falta é uma interface que permite você escrever e enviar um SMS do PC enquanto o aparelho estiver conectado via USB, como se você estivesse em um chat mesmo.

É bem verdade que o SMS custa caro, mesmo nos melhores planos pós-pagos existe um limite, mas se por algum motivo você precise se comunicar usando torpedos, é bem mais confortável fazê-lo usando o teclado de um PC em vez de um miniteclado touch.

Após muitas pesquisas no Google achei duas opções, mas ambas necessitam de jailbreak: uma é instalar um software chinês (90% traduzido para o inglês); a outra é instalar um aplicativo que funciona como um VNC.

A primeira me pareceu muito arriscado, pois ele instala um deamon (um programa que fica executando em background) para manter a sincronização entre o iphone e o PC, mas vi alguns comentários dizendo que após instalar esse deamon o aparelho passou a apresentar problemas.

A segunda não tem nada de perecido como Ovi PC Suite, pois a ideia é outra mesmo. Em vez de um aplicativo como o itunes, ele mostra a tela do seu iphone no PC permitindo que você interaja com ele usando mouse e teclado. Não é exatamente aquilo que eu queria, mas atendeu às minhas necessidades e achei mais seguro também.

O procedimento é simples. Primeiro baixe o aplicativo Veency no iphone usando o Cydia e os aplicativos itunnel_mux e RealVNC, ambos no PC.

O itunnel_mux pode ser descompactado em qualquer lugar. Eu escolhi o meu drive C:

O RealVNC é apenas um executável,  não necessita ser instalado. Eu o deixei dentro da pasta Arquivos de Programas:

Para fazer o troço todo funcionar, precisamos conectar o iphone no PC e ativar o Veency em Ajustes:

Em seguida, abra um prompt de Comando e, na pasta do itunnel_mux, execute o comando abaixo:

itunnel_mux.exe –iport 5900 –lport 5900

Execute o RealVNC e informe o ip 127.0.0.1. Uma caixa de mensagem aparecerá no iphone solicitando permissão de acesso:

Clique em Accept para que a tela dele apareça no seu PC:

Pelo RealVNC a tela do iphone vai aparecer um pouco grande no PC, inclusive com barras de scroll. Se isso o incomodar, o TightVNC também funciona e o ajuste do tamanho da tela é bem fácil.

Agora posso enviar torpedos sem precisa mexer no celular.

Espero que tenham gostado…

Abraço a todos,

Rodrigo

 

 

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fev. 09.

Baladinha boa na Baixa Augusta

Há um bom tempo as zonas e botecos da Rua Augusta dividem o espaço com baladinhas bem bacanas, que agradam a todo tipo de público. Lá, encontramos casas que tocam o bom e velho Rock and Roll, eletrônico e até MPB.

Uma das minhas preferidas é o Studio SP, que funciona em um galpão bem espaçoso. O ambiente é bonito e bem decorado.

Além de um grande palco no meio do lugar, três bares bem distribuídos dão conta do público que lota a casa nos finais de semana.

Além das mesas localizadas no mezanino, é possível assistir aos shows sentado numa pequena arquibancada bem de frente pra pista, no melhor estilo estádio de futebol, no concreto mesmo…

As bandas são bem variadas, assim como os estilos. Uma das mais prestigiadas é a banda do Seu Chico, que toca músicas do Chico Buarque, mas com arranjos bem legais, pra animar a galera.

Antes da banda do Seu Chico entrar no palco, tive o prazer de assistir ao show da banda The Baggios, formada por apenas dois integrantes, um baterista e um guitarrista que também é o vocalista. Fiquei surpreso com o desempenho da dupla, que tocou um som próprio e bem legal. Achei até que foi melhor que a atração principal da noite.

Por não ser muito cara e por apresentar uma proposta diferente das outras, o Studio SP caiu nas graças da galera. Fila de gente bonita começa a se formar por volta das 23:30. Portanto, se não quiser ficar de fora é melhor chegar mais cedo mesmo.

Outra dica boa é fazer um “esquenta” nos botecos perto dela e observar a vida noturna de uma das ruas mais famosas de São Paulo.

Imagens (http://www.flickr.com/photos/arielmartini)

Abraço a todos,

Rodrigo

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set. 12.

Casa 92, uma baladinha bacana com preço justo

Há um tempo atrás, eu e um amigo fomos conferir uma baladinha que está sendo muito bem falada por aí, Casa 92.

A balada é de fato numa casa, que fica perto do largo da batata. Deu para perceber que os proprietários fizeram questão de manter a estrutura original dela, com poucas adaptações.

A entrada é pela sala, muito bem decorada, que conta até com uma lareira de verdade. O DJ fica perto do acesso ao “quintal”, onde rola uma das pistas.

Do corredor à cozinha, parece que você está andando num túnel do tempo, que te faz lembrar a casa da sua avó. O legal de tudo isso é que você pode interagir com tudo isso; conversar com as pessoas sentadas à mesa da cozinha, ou apoiando o copo na pia.

Na parte externa ficam os bares, a pista e um espaço mais reservado para se conversar. Os fumantes não precisam sair da balada pra fumar, pois a maior parte desse espaço é aberta, inclusive a pista. Se chover, basta abrir um dos vários guarda-chuvas que ficam perto da porta da cozinha.

Ainda no quintal, subindo uma pequena escada, mais surpresas. À direita, um ambiente mais tranquilo, com uma grande árvore e uma fonte d’água, ajuda na hora do chaveco. Do outro lado, uma porta dá acesso à edícula, onde funciona a outra pista. Nesse dia, tocava Soul na pista externa e Rock na edícula.

Saí de lá com uma boa impressão e aliviado. Digo “aliviado” por saber que existe uma balada que não é tão cara e não deve em nada para outras que chegam a cobrar mais de R$ 120,00. O público é bonito e não faz questão de ostentar riqueza, subindo em cima de sofás e segurando garrafas de champagne, que chegam a eles com aqueles fogos de artifício bregas.

Abraço a todos,

Rodrigo

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mai. 10.

Furo!!! Descobrimos o fim do Locke (a fumaça) no último capítulo do Lost

Pessoal,

Após muitas pesquisas em blogs e sites dedicados à série Lost, conseguimos descobrir o dramático fim do Locke fake (a fumaça).

Detalhes na url abaixo:

http://tinyurl.com/ycwl9vg

NINGUÉM VAI ESCAPAR…

Abraço a todos,

Rodrigo

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abr. 12.

São Paulo vista do alto, curtindo um jantar ou apenas um drink

A maioria da população de São Paulo não acha a cidade bonita. Muitos lugares históricos estão abandonados. O centro é povoado por trombadinhas e viciados. O tráfego é um caos e as ruas ou estão sujas ou em obras (estamos em ano de eleições).No entanto, ninguém pode negar que esta enorme cidade, vista do alto e com todas as luzes acesas, é muito linda.

Um bom lugar pra você ficar admirando a cidade é no bar The View, que fica na cobertura de um flat na Alameda Santos, ao lado de uma das filiais do The Fifities.

Um elevador exclusivo o leva diretamente para o bar. Ao abrir a porta, um metre o recepciona e providencia a sua mesa. Tudo é muito elegante e moderno.

Em dias quentes uma boa dica é ficar na parte externa, mas se estiver frio, eles providenciam aquecedores a gás e você só vai sentir a brisa da noite.

Como eu fui numa noite fria, preferi ficar na parte interna mesmo. Em uma mesa ao lado da janela, pude tomar uma vodka ouvindo músicas internacionais de cantores famosos como Eric Clapton, Sting, e muitos outros. O bar conta com uma programação musical para todas as noites, variando entre voz/piano e voz/violão.

Se a idéia é jantar, é necessário reservar a mesa com bastante antecedência. Para quem vai só pra tomar um drink, que foi o meu caso, não existe essa necessidade, sempre tem uma pequena mesa ou sofá disponível.

Lugar ótimo para casais, e melhor ainda pra quem quer impressionar alguém.

Para maiores informações, acesse o site do bar: http://www.theviewbar.com.br

Abraço a todos,

Rodrigo

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fev. 19.

Milão, a nossa São Paulo Italiana

Voltando ao assunto sobre a viagem à Europa, faltava falar sobre Milão, uma cidade muita rica que lembra em muito São Paulo, só que mais limpa e organizada.

De Roma à Milão, fomos de trem normal mesmo, com duração de seis horas e meia. Ao longo do trajeto, você faz paradas em muitas cidades, como Firenze, Parma e Modena, a cidade da Maserati. As paisagens são bem interessantes também e as vezes se assemelham muito com as daqui.

No entanto, a viagem é um pouco cansativa, as cabines são para seis pessoas e não são muito confortáveis. O que acabou distraindo a gente foi uma conversa entre uma moça mais ou menos jovem, e um homem um pouco mais velho. A conversa começou falando de futebol, e terminou falando de sexo e relacionamento.

O italiano é uma língua fácil e deu pra entender várias partes da inflamada conversa. A moça era uma “tiffosi” do Bari e entendia muito de futebol, tanto que um passageiro da cabine ao lado da nossa ouviu a conversa e foi defender os Ultras (organizadas), dos quais ela tanto metia o pau.

Eu estava cochilando quando ouvi a moça dizer algo assim: “se ele fizer, que pelo menos não me deixe saber”. Quase dei risada na hora. O homem argumentava sobre relacionamento e adultério, e provocava a ira da moça, que aumentava cada vez mais o tom da voz. Foi uma experiência interessante, pois mostra que o comportamento das pessoas é igual em qualquer parte do mundo.

Quando chegamos ao terminal de Milão já era bem tarde e estávamos morrendo de fome. Tomamos um banho e fomos procurar um restaurante. A cidade parecia deserta, muito calma, e resolvemos arriscar uma caminhada pelas ruas da cidade.

Por sorte, achamos o Art Factory, um bar bem legal onde o pessoal comemora aniversário e faz um “esquenta” pras baladas mais fortes. Por sete euros, você toma uma cerveja e ainda mata a fome com uma variedade muito grande de pratos e salgados, mas isso só até as 22h.

Percebemos que as pessoas já estavam indo embora e resolvemos perguntar se tinha alguma balada boa na cidade. Um garçom muito gente fina foi direto e disse: Loola Paloosa.

Essa balada fica num lugar onde se concentram a maioria, senão todas as baladas mais fortes de Milão. Chegando na porta o segurança perguntou de onde éramos, e quando falei que era Brasileiro ele liberou a passagem prontamente. Nos sentimos VIPs naquela hora, sendo tratados melhores que em nosso próprio país.

A balada é muuuuito boa e lembra as boas daqui de São Paulo. A entrada não é nenhum absurdo, 15 euros com direito a um drink (pode ser até vodka c/ energético). Como o drink lá é caro (10 euros), resolvemos comprar uma garrafa de Absolut c/ cinco energéticos. A brincadeira saiu 130 euros, mas valeu a pena. A noite só não foi perfeita porque um amigo bebeu demais e teve que ser levado a um hospital público.

Uma dica importante quando viajarem para o exterior é nunca sair sem o talão do seguro viagem. Os hospitais públicos de lá não costumam tratar bem estrangeiros, ainda mais bêbados. A explicação disso é que muitos viajavam pra Europa pra se tratar nos bons hospitais europeus, e quem arcava com a conta eram os contribuintes.

O dia seguinte era um dos mais importantes pra mim e pro Paulo, dia do jogo Milan x Roma. Eu sonhava com isso e não perderia esse jogo por nada. Então, enquanto o Juliano curtia a ressaca no hotel,  fomos nos informar sobre qual ônibus deveríamos pegar pra descer numa praça perto do San Siro, chamada Piazzale Lorenzo Lotto.

Da praça até o San Siro é uma boa caminhada. Vendo pelo Google Earth, achei que fosse mais perto. Como chegamos cedo, não tivemos problemas pra comprar o ingresso. O time da casa não estava tão bem e sobraram cadeiras em todo o estádio. Por 34 euros, pegamos uma cadeira entre o meio e a curva, e com uma ótima visão do estádio.

Duas observações importantes: primeira – as curvas ficam atrás dos gols e são destinadas aos Ultras, as torcidas organizadas deles. Portanto, procurem comprar sempre no meio do estádio.  Segunda – os ingressos só são vendidos para cidadãos estrangeiros mediante a apresentação do passaporte.

Como os jogos aos domingos começam às 20h, aproveitamos o tempo para comprar um cachecol do time e comer alguma coisa. Aliás, lá não tem “barraca” de pernil e lingüiça, eles vendem sanduiches e salgadinhos em ônibus que se transformam em lanchonete. Tudo é muito limpo e organizado.  O Paulo arriscou comer um sandubão antes do jogo.  Eu preferi depois, mas nenhum dos dois tiveram que correr para o banheiro…rs

Faltava uma hora e meia para o jogo e estávamos super ansiosos. Resolvemos entrar logo e curtir aquela maravilha de estádio. Como ele é grande e lindo. Todos os lugares são cobertos, mesmo as curvas. Pelo preço que pagamos, nas devidas proporções, só conseguiríamos uma numerada descoberta aqui no Brasil.

Antes do inicio do jogo, vídeos e reportagens são exibidos no telão do estádio, que é um show a parte. Eles mostram tudo, inclusive a chegada das delegações às dependências do estádio.

O que mais achei interessante é o fato de ambos os times subirem ao gramado para o aquecimento. Isso aqui no Brasil é muito raro. Os times preferem fazer tudo dentro do vestiário. Dá uma olhada no Ronaldinho fazendo as firulas dele…rs

Naquele dia demos sorte, o Milan ganhou do Roma por 2×1, dois gols de brasileiros (Pato e Ronaldinho). No começo pensei que seríamos os maiores pés frios, pois foi o Roma que saiu na frente.

Saímos de lá com a sensação de um sonho realizado. Para quem ficava imaginando como era o San Siro enquanto jogava Fifa no vídeo game, foi uma coisa indescritível. Abaixo os videos com os melhores momentos e um outro que a gente gravou no momento do gol do Ronaldinho.

A viagem de volta estava marcada para as 7:15 da manhã, no aeroporto Malpensa. Ele fica muito longe da cidade e, como o ônibus que vai direto pra lá saia apenas às 5h, não quisemos arriscar e pagamos 100 euros para um taxista nos levar.

Vamos às dicas de Milão:

O hotel onde ficamos é três estrelas mas parece quatro. Os quartos são acarpetados e bem espaçosos. O único problema lá é a internet, que custa 5 euros a hora.

Hotel Cristallo – Via Domenico Scarlatti, 22 – http://www.hotelcristallomilan.com

Como a cidade é muito grande, aconselho a pesquisar bem antes de aventurar na cidade. Existem muitas linhas de ônibus e metrô.

As baladas em Milão são bem agitadas. No mesmo lugar onde está o Loola Paloosa, tem outras que parecem bem legais, mas não vá sem antes passar no Art Factory e fazer um esquenta.

Artfactory – http://www.artfactory.it

Loola Paoola – http://www.loolapaloosa.com

O que posso dizer depois de ter visitado essas cidades é que valeu muito a pena. Foram experiências muito boas. Eu tinha uma idéia muito exagerada com relação a preconceito e arrogância, mas não é bem assim.

Preconceito existe em qualquer parte do mundo, mas em nenhum momento fomos mal tratados. Muito pelo contrário, o brasileiro é bem vindo em muitos lugares.

Outra coisa que pude constatar é o quanto eles são evoluídos como cidadãos. Não tem essa de levar vantagem, de ser malandro. Eles respeitam as leis.

Toda a historia que envolve o velho continente, as pessoas que vivem lá fazem com que uma viagem como essa seja uma experiência de vida.

Abraço a todos,

Rodrigo

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jan. 25.

Muito eletrônico na Clash Club

Pessoal,

Sempre ouvi falar muito bem da Clash Club e resolvi conhecer a casa neste último sábado (23/01).

A casa fica num galpão bem espaçoso e possui até um lugar aberto para os fumantes. A decoração é bem legal, com vários telões espalhados pelas paredes onde passam imagens e animações que acompanham o som dos DJs.

Quem comandou as picku-ps neste dia foram os DJs Renato Cohen e Diefentaler. Nem preciso falar que os caras mandam muuuuito bem.

Pra quem vai com uma galera e tem uma $$ pra gastar, o lugar tem ótimos camarotes. Você pode comprá-los perto da pista e do DJ ou, se quiser mais tranquilidade, no espaçoso mezanino.

O público é bonito e mulher é vip até 1h. Uma boa dica é tentar falar com um promoter para conseguir um desconto bom na entrada.

Para mais informações, acesse o site http://www.clashclub.com.br

Abraço a todos,

Rodrigo

*credito pela imagem www.obaoba.com.br

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jan. 10.

Firmeza e precisão no controle da Mad Catz para o MW 2

Pra quem é fissurado em Call of Duty: Modern Warfare 2, a Mad Catz, uma empresa especializada em acessórios para vídeo game e PCs, lançou um controle especialmente para esse jogo. Tem nas versões camuflagem neve ou selva. Você pode comprar um pela Amazon (http://www.amazon.com/Call-Duty-Wireless-Controller-Playstation-3/dp/B002NNIY0A/ref=sr_1_3?ie=UTF8&s=videogames&qid=1263053673&sr=1-3).

O meu amigo Ricardo, que voltou recentemente dos EUA, comprou um e deixou que eu o testasse. Ele emprestou também o próprio jogo. Antes de vocês estranharem a atitude dele vou explicar: ele acabou de comprar o Macbook e vai ficar a semana toda só mexendo no novo brinquedo dele (ele vai postar varias coisas sobre o Mac, aguardem!!!).

Bom, vamos à análise desse controle bacana. Pra quem é dono de um PS3 e adora o controle do XBOX, vai adorar jogar com ele, pois ele tem o mesmo formato do controle da Caixa. Ele possui também uma parte emborrachada para dar uma firmeza maior, dispensando assim aquelas capas de silicone.

Outro detalhe muito interessante é a opção de configuração de alguns botões, como os malditos R3/L3. Eles agora podem ser acionados em dois botões em baixo do controle. Eu detesto ter que pressionar o analógico durante o jogo, como em Killzone 2, onde o zoom da mira é acionado pelo R3.

Jogar o MW 2 nele é realmente muito bom. A precisão e a empunhadura dele são excelentes e compensam a falta da vibração que vem no DualShock 3 (devido aos valores dos royalties, acho eu).

Eu testei com outros jogos também, como o Fifa 10 e o Killzone 2. Com o primeiro não percebi nada de diferente, dá pra jogar numa boa.  Com o Killzone 2 eu notei uma coisa que pode inviabilizar o uso dele, como a sensibilidade no analógico direito. Mirar o inimigo era muito mais difícil, pois ele não parava no ponto certo após você soltar o botão. Desta forma, você acabava perdendo a mira ou precisava dar pequenos toques no analógico para a mira ficar no ponto certo.

Eu tentei configurar a sensibilidade no jogo, mas não resolvia esse problema, atrapalhava mais ainda. Concluí então que esse controle é excelente para MW 2, mas para outros jogos pode não ser uma boa.

Mesmo assim, eu acho que é uma boa compra, tendo em vista que é um controle estilizado e desenhado para esse jogo. A Mad Catz se preocupou até com a embalagem do produto, que parece um container militar. Eu ainda vou ter um desses (ô vício…).

Abraço a todos,

Rodrigo

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dez. 27.

Comparação: Xbox 360 vs PS3

Vocês devem estar pensando “mais um post de comparação”, mas eu acho que sempre aparece alguma coisa interessante que pode ajudar numa decisão final (ou não…rs).

O PlayStation 3 e o XBox 360 são os consoles mais poderosos dessa geração. O Wii é bastante original e divertido, mas não consegue superar o poder dos outros dois. Para pessoas como eu, detalhistas, nunca seria a primeira opção.

Eu adquiri o XBox 360 há um ano atrás e estou bastante satisfeito. No entanto, jogos como Killzone 2, Uncharted 2 e futuramente o God of War 3, fizeram com que eu adquirisse o PS3. Pode parecer vício demais, mas é apenas uma questão de poder jogar os jogos exclusivos de cada console.

Logicamente que eu não pude deixar de comparar os dois, lado a lado, com os meus próprios olhos e ver o que milhares de pessoas viram. Portanto, agora é a minha vez de falar quais são as diferenças entre eles.

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Primeiramente vou falar do Hardware. O XBox é mais antigo e, portanto, menos sofisticado que o PS3. Enquanto que o primeiro conta com um leitor de DVD, o PS3 já chegou com um leitor de Blu-ray.

A mídia DVD que o XBox lê pode armazenar até 8.5G, enquanto que o Blu-ray disc pode armazenar até 50G, o que possibilita ver filmes em alta definição (HD e Full HD). Além disso, não sabemos ao certo quando um jogo vai chegar ou ultrapassar o limite de 8.5G, mas também não vejo problema nisso, pois podemos instalar o jogo todo no HD do XBox , mas isso não pode ser feito sempre no PS3, que na maioria dos casos instala somente uma parte do jogo.

Outra diferença marcante é o fato do PS3 já vir com Wireless. Se você não quiser que sua casa fique com um “varal” atravessado na sala ou no quarto, você precisa gastar entre R$ 200,00 e R$ 300,00 para comprar o dispositivo Wireless do XBox.  Isso me irritou muito, mas não precisei chegar a esse ponto porque o roteador fica ao lado dele.

Deixando o hardware de lado, vamos falar da rede e dos jogos em si. A rede do XBOX, a Live, é muito boa e completa. A navegação é fácil e intuitiva mas tem um defeito, ela é paga. A PSN é gratuita mas tem menos recursos que a Live, e a interface é mais pobre. Vou dar um exemplo: quando você vai baixar um demo na Live, eles disponibilizam vídeos, imagens, sinopse e avaliação do jogo pelos usuários, enquanto que na PSN só mostra a foto da capa do jogo e uma breve sinopse.

Mesmo possuindo um PS3, eu ainda vou continuar pagando pela Live. Sinceramente eu acho justo, pois é um produto bom. Só lamento que ela não esteja disponível para o mercado brasileiro, e por isso não podemos comprar jogos ou filmes por ela.

A parte mais polêmica das comparações são os jogos. No começo o XBox tinha mais títulos exclusivos e os jogos multiplataformas saíram bem melhor para o XBox. Muitos dizem que a programação no PS3 é mais complicada e precisa de mais tempo para que o jogo saia igual à versão do Xbox.

Isso de fato existiu, digo “existiu” porque atualmente as versões estão praticamente idênticas. Para os mais chatos e detalhistas como eu, ainda percebemos alguns serrilhados a mais nos jogos do PS3. Mas para observar isso, você precisa ficar olhando um bom tempo as duas versões, senão passa bem despercebido mesmo.

Tecnicamente, dizem que o tratamento para os serrilhados, chamado Anti-aliasing é melhor no Xbox 360, mas isso pode mudar também com uma técnica inovadora utilizada na versão para o PS3 do jogo The Sabouteur (detalhes em http://www.gamevicio.com.br/i/noticias/35/35276-o-anti-aliasing-unico-da-versao-ps3-de-saboteur/index.html).

Tirando isso, não existem diferenças mesmo. O que pude observar é que os lançamentos exclusivos do PS3 são de fato muito bons. O Killzone 2 é o melhor jogo de FPS atualmente, mesmo porque demorou anos para ser concluído. O Uncharted 2 também surpreendeu pelos gráficos belíssimos, que faz tudo parecer um filme.

Na minha opinião, os dois último grandes jogos exclusivos para o XBox foram o Gears of War 2 e o Forza 3. O Halo vem ganhando uma nova versão de tempos em tempos, mas daqui a pouco vai parecer o filme Jogos Mortais, que já perdeu a graça.

Agora você deve estar pensando que depois de tudo que falei e descrevi, a melhor opção é o PS3. Não é bem isso. Você precisa colocar na balança os prós e contras, além do objetivo em ter cada console.

Se você gosta de ver filmes HD, então o PS3 é a melhor opção, mesmo porque um leitor de Blu-ray é bem caro. Agora, se você gosta muito de jogar em rede, o XBox ganha pela Live. O jogo Call of Duty: Moder Warfare 2 é muito mais jogado na Live que na PSN.

No final das contas, mesmo pra mim, que tenho os dois consoles, fica difícil falar qual é a melhor opção. No momento estou gostando muito do PS3, mas ainda gosto de jogar um FPS no Xbox, o controle dele é bem mais anatômico e a Live é muito excelente para esses jogos.

Se você não puder comprar os dois, tente pensar no que você espera de um console. Considere também qual o console que a maioria dos seus amigos tem para você jogar nas respectivas redes.

Espero ter ajudado um pouco…rs

Abraço a todos,

Rodrigo

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dez. 06.

Roma

Depois de quatro dias em Paris, fomos para Roma ansiosos para ver aquilo que a gente só via pelo Discovery e History Channel.

Pousamos no aeroporto de Fiumicino, que fica um pouco distante da cidade, como o Charles de Gaulle em Paris. Muitos taxistas e motoristas de Vans ofereciam a viagem para a cidade por um preço fixo, entre 45 e 50 euros. Existe um trem que para bem no terminal (TERMINI) e custa 11 euros por pessoa, mas como estávamos com notebooks e dinheiro vivo, achamos mais seguro pegar uma Van mesmo.

Logo de cara já deu pra perceber que além de ser uma cidade bem mais antiga que Paris, e também não tão limpa, principalmente perto do Termini, com muitos ambulantes nas ruas, mas nada comparado a nossa 25 de março.

Ficamos num hotel simples perto do Termini. O quarto não era muito bom, as paredes estavam descascadas e eles só trocavam a toalha se você deixasse pra fora do quarto (só descobrimos isso quando fomos embora). O que salva o lugar é o Nicola, que é o gerente do hotel. Ele foi muito gente fina conosco e deu várias dicas pra gente.

Como chegamos cedo à Roma, não pensamos duas vezes e fomos caminhar, e eu aumentar a minha bolha no pé, importada de Paris. O que não faltam lá são Igrejas e Basílicas. Perto de onde estávamos já tinha uma muito bonita, a Basílica S. Maria degli Angeli e dei Martiri.

Como eu havia dito antes, caminhar é sempre a melhor forma pra conhecer e sentir a cidade, e andando pelas ruas de Roma, constatamos que o italiano lembra muito o brasileiro, pelos gestos, pelo humor e alguns pela malandragem. O que parece ser uma discussão fervorosa, normalmente é uma simples conversa. O mais legal é escutar o “má quêêê!”.

Fontana di Trevi

Fontana di Trevi

Como o dia estava muito bonito, decidimos andar até o Coliseu. É uma bela caminhada, mas dessa forma a gente pode passar por diversos lugares no caminho. Um dos passeios obrigatórios é a famosa Fontana di Trevi. Não esqueça de jogar algumas moedinhas (cents de euro, claro), mas não suba ou sente nela, pois um turista levou uma multa e uma bela bronca por sentar-se numa parte da Fontana. Portanto, nada de gracinhas porque os policiais não aliviam em nada.

Conhecemos também o Pantheon, uma obra do Imperador Adriano (não é o jogador do Flamengo).  Essa construção é muito respeitada pelo forma como a cúpula foi construída, e as técnicas de engenharia e arquitetura empregadas nela. Isso tudo há muitos séculos atrás, sem ajuda de computador ou equipamentos pesados.

Antes de chegar ao Coliseu, entramos numa loja de esporte e adivinha o que achei??? Uma camiseta do Palmeiras. É um time internacional, claro…rs

sep

Nas proximidades do Coliseu, você já consegue avistar um monte de ruínas, como o Fórum Romano. Aliás, quando eles acham uma ruína, eles isolam o lugar. Então é muito comum você ver uma construção moderna em volta de uma ruína.

Bem perto ao Coliseu, existe um grande monumento em homenagem ao primeiro Rei da Itália, Vittorio Emanuele II. A escultura em bronze impressiona pelo tamanho. Para acessar a parte interna e o topo, onde você tem uma visão ótima de Roma, você precisa subir muitos degraus. Nessa hora eu pensei, coitada da minha bolha, mas valeu a pena. Dentro dele pudemos ver uma exposição com a história da Itália, que tem um personagem famoso também para nós, Giuseppe Garibaldi. Essa exposição é gratuita, mas a parte mais alta do monumento é paga.

Finalmente chegamos ao Coliseu. Realmente é impressionante, não só pelo tamanho, mas pela história em si. Sua construção foi iniciada por Flávio Vespasiano, inaugurada por Tito e totalmente concluído por Domiciano, filho do Vespasiano e irmão mais novo de Tito. Tudo isso ocorreu entre 70-90 DC.

coliseu

Apesar das arquibancadas e o piso da arena não existirem mais, um pedaço de ambos foram construídos para que os turistas tenham uma idéia de como tudo era antes. Sob a arena, existia um esquema de elevadores, por onde subiam animais e peças do “cenário” para dar mais emoção ao “espetáculo”.

Por 12 euros, você tem acesso ao Coliseu, o museu interno e as ruínas do Fórum Romano. Como chegamos muito tarde, não tivemos tempo de visitar as ruínas, mas poderíamos visitar no dia seguinte.

Depois dessa caminhada toda, fomos comer alguma coisa. Como estávamos na terra da Pasta, não poderíamos deixar de comer uma legítima macarronada. Detalhe: eles também tem o costume de servir uma entrada, prato principal, segundo prato e sobremesa. Sinceramente, eu fiquei satisfeito com a macarronada, que é bem servida.

No dia seguinte, fomos ao Vaticano. Como é lindo aquele lugar, e místico também. Tudo é grandioso e exuberante. Enormes colunas cercam a Praça São Pedro, onde são realizadas algumas missas.

vaticamo

Antes de entrarmos na Basílica, visitamos os túmulos dos Papas. Um padre brasileiro que trabalha lá nos disse que, se você colocar um terço sobre o túmulo de um Papa, esse terço viraria uma Relíquia. Como comprei um monte de terços para dar de presente, coloquei todos sobre o túmulo do Papa Pio XI.

A Basílica de São Pedro deixa você de boca aberta. Parece um grande museu, com esculturas e telas belíssimas, que contam um pouco sobre os Papas. A Pietá de Michelangelo também está lá. Podemos ver uma de suas réplicas na Catedral de Caxias do Sul.

Você pode também subir até a cúpula da Basílica e ter uma ótima visão de Roma. Infelizmente não sabíamos disso e acabamos não indo :(

Para chegar ao Museu do Vaticano e ver a Capela Cistina, você precisa fazer uma boa caminhada, sempre beirando os muros altos do Vaticano. Como já tinha passado das 17:00h, ele já estava fechado e tivemos que deixar pro dia seguinte mesmo.

Com as baterias recarregadas, fomos caminhando até o Vaticano. Estava esquecendo de mencionar que existem linhas de ônibus que saem do Termini e vão direto pra lá (linhas 40 e 46), mas como gostamos de andar, abrimos mão deles nesse dia.

O museu do Vaticano é bem rico, mas logicamente que é menor que o Louvre. No entanto, vimos muitas coisas legais lá, como sarcófagos e múmias de verdade. Após percorrer vários corredores, chegamos à famosa Capela Cistina. Infelizmente não foi possível tirar fotos, mas a “Criação de Adão” e o “Juízo Final”, ambas de Michelangelo, vão ficar na minha memória pra sempre.

Antes de voltar para o Hotel, visitamos o Castelo Sant’Angelo. Para quem gosta de castelo, vai se surpreender com o estado de conservação dele. O museu que tem dentro dele é bem pequeno, mas a vista do alto da torre paga o ingresso (10 euros).

Tiramos o último dia pra fazer compras. Um bom lugar pra se comprar coisas boas, inclusive de grifes famosas como Diesel, é a Via Del Corso. Eu mesmo comprei uma calça lá por um preço bom, 110 euros.

Um lugar bom pra ir a noite é o bairro de Trastevere, com muitos pubs e bares, inclusive um de brasileiro, onde é possível matar a saudade da nossa caipirinha. Roma também tem um Hard Rock Cafe, mas preferimos ir num lugar aonde o romano vai para se divertir.

No final das contas, chegamos com uma impressão não muito boa de Roma e saímos com uma totalmente diferente. Posso dizer que vale muito a pena ver tudo o que vimos, coisas com mais de 2000 anos, igrejas belíssimas e um povo parecido conosco.

Vamos às dicas de Roma:

O hotel onde ficamos não é um dos melhores, mas não é caro. Se você não liga muito pra beleza do quarto e cofre, mas prefere ficar perto do terminal, então pode ficar lá.

Hotel Quisisana – Via Filippo Turati, 37

O metrô de lá não é tão completo como o de Paris, mas o ônibus é bem barato (1 euro) e você vai pra qualquer lugar. Fique atento somente para o horário da última viagem, ainda mais se você sair à noite.

Já falei de Trasteveri, mas existem muitas Piazzas com bares e restaurantes bem legais para curtir a noite romana.

Outra dica importante é com relação aos taxis. Existe até uma campanha que tenta conscientizar os taxistas para serem honestos e hospitaleiros com os turistas.

Não ande sozinho próximo ao Termini, pois é o local mais perigoso de Roma. Batedores de carteira e até alguns assaltantes rondam a região. No entanto, não vimos nada de errado acontecer nesses cinco dias.

É isso aí pessoal, próximo post é sobre Milão, uma São Paulo mais limpa e organizada.

Abraço a todos,

Rodrigo

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